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Você sabe como funciona a química do amor?

A ciência moderna conseguiu provar que o amor romântico causa reações químicas. Quando a pessoa fica apaixonada, seu organismo produz grandes doses de três substâncias: dopamina, norepinefrina e feniletilamina. São anfetaminas naturais que provocam euforia e podem causar dependência. Isso explicaria o comportamento das pessoas incapazes de relacionamentos duradouros, sempre à procura de novas aventuras. Elas seriam viciadas em paixão. Se o relacionamento vinga, passados dois ou três anos os amantes começam a produzir endorfina, substância que dá a sensação de calma e tranqüilidade. Uma das últimas descobertas na química do amor é a oxitocina. Além de ajudar as mulheres nas contrações do parto, cientistas acreditam que a oxitocina também pode ser responsável por orgasmos mais poderosos, seguidos de longos períodos de bem-estar.



Você sabe o que é misoginia?

Palavra de origem grega (misogynía), que significa desprezo ou aversão às mulheres - repulsa mórbida do homem ao contato sexual com as mulheres.



Cinto de castidade: verdade ou mito?

O cinto de castidade era um contraceptivo metálico ajustado ao corpo da mulher e trancado a chave pelo marido ou amante desconfiado e paranóico. Símbolo máximo da repressão sexual e do machismo medieval, seu uso foi contestado durante séculos e teve até sua veracidade questionada por alguns historiadores. Teorias afirmam que a castidade era extremamente importante para as mulheres casadas, especialmente nos níveis mais altos e abonados da sociedade . Os maridos não estavam de fato preocupados com a fidelidade de suas esposas, mas sim com seus futuros herdeiros, precisavam garantir a legitimidade dos filhos para que a linhagem familiar perpetuasse dona inquestionável das propriedades.